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Clément Cauvet

Nacionalidade
francês
Profissão
"alma artística inclassificável"

Depois de ter dado os primeiros passos em Paris como artesão, Clément Cauvet dedicou-se à pintura, acabando por encontrar o seu caminho no mercado da iluminação. Aí, descobre uma paixão que alia as suas competências artísticas à possibilidade de enfrentar a realidade e de a desafiar.
Muito inspirado, concebe candeeiros cujas características abalam a sociedade e a física; gosta de brincar com as contradições do mundo.

Clément Cauvet descreve, aliás, as suas luminárias de forma simples, mas enigmática: «Vejo estas três luminárias como uma ponte entre o passado, o presente e o futuro.»; o que lhe valeu, muitas vezes, ser descrito como «uma alma artística inclassificável». As suas obras, sendo simultaneamente modernas e históricas, apresentam um caráter muito intemporal, o que lhes vale o apreço do mundo da iluminação.

Apresentadas como um convite à reflexão e à autoconsciência, as três luminárias da coleção Cauvet criam também uma atmosfera apaziguante com os seus tons cinzentos e dourados.
Quer se trate da luminária Iota, Tau ou Pi, todas têm uma história para contar. Partilham uma história comum e pessoal com o designer que as concebeu, inspirada na sua infância: «Tal como uma criança que brinca com “Lego” no seu quarto, tentei traduzir um mundo, com betão e metal.» Mas cada uma tem também o seu próprio mito.

Em referência ao universo grego, a coleção Cauvet transmite e significa muito. Cada candeeiro remete para a letra grega que lhe dá nome, bem como para a sua personalidade histórica. Adepto da simplicidade, mas também da eficácia, Clément Cauvet concebeu estes designs utilizando materiais brutos e naturais, duradouros no tempo, que deixam entrever a dimensão intemporal dos candeeiros.

Cauvet, que gosta de não deixar nada ao acaso, propõe candeeiros de mesa cujo trabalho minucioso com o material permite apreciar os produtos sob diferentes ângulos. Os jogos de luz também foram trabalhados de forma a proporcionar uma certa interação com os candeeiros da coleção. Trata-se de um verdadeiro objeto que nos oferece a possibilidade de redescobrir as perspetivas e a existência do 3D, mas também de tomar consciência da nossa relação com os objetos do quotidiano.

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«Vejo estas três luminárias como uma ponte entre o passado, o presente e o futuro.»